Valerie Perrine, atriz de “Superman” e indicada ao Oscar, morre aos 82 anos

Artista diagnosticada com Parkinson em 2015 faleceu nesta segunda-feira (23/03) e marcou cinema nos anos 1970 e 1980

Por Redação TMC | Atualizado em
Valerie Perrine e Gene Hackman durante o filme Superman, de 1978. (Foto: Divulgação/Warner Bros)
Valerie Perrine e Gene Hackman durante o filme Superman, de 1978. (Foto: Divulgação/Warner Bros)

Valerie Perrine, atriz conhecida por seu papel nos filmes da franquia “Superman”, morreu aos 82 anos nesta segunda-feira (23/03). A atriz foi diagnosticada com Parkinson em 2015 e a causa da morte não foi revelada. A filmografia tem outros papéis de destaque nos anos 1970 e 1980.

Nascida em Galveston, no estado americano do Texas, em 1943, Valerie começou a carreira como modelo e “showgirl” nos palcos de Las Vegas.

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Em 1973, ela se tornou a primeira mulher a ter os seios intencionalmente expostos na televisão, quando apareceu no telefilme da emissora PBS, “Steambath”. Ela disse que foi escalada para o papel por causa de sua “atitude descontraída para aparecer de topless, algo que havia cultivado nos palcos de Las Vegas e nas praias da Europa”.

O salto para o drama veio com força em “Lenny” (1974), cinebiografia dirigida por Bob Fosse. Valerie interpretou Honey Bruce, mulher do comediante Lenny Bruce (Dustin Hoffman). O papel de uma stripper rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, o Bafta de revelação e uma indicação ao Oscar.

Como Eve Teschmacher, a cúmplice de Lex Luthor (Gene Hackman) em “Superman” (1978) e “Superman II” (1980), Perrine injetou humanidade e timing cômico em uma personagem que poderia ser apenas uma secretária sem tanta importância.

Ao longo de mais de 50 produções, ela ainda brilhou ao lado de Robert Redford e Jane Fonda em “O Cavaleiro Elétrico” (1979) e transitou por comédias e dramas com a mesma naturalidade.

Após décadas de trabalho, a atriz passou a se dedicar a projetos independentes nos anos 2010, com destaque para o filme “Silver Skies” (2016). Questões de saúde limitaram sua mobilidade nos últimos anos. Sua trajetória de resiliência, incluindo o enfrentamento dessas questões de saúde, foi tema de documentários e homenagens de colegas de profissão.

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