Goleiro titular da Seleção Brasileira, Alisson cobrou um desempenho melhor da defesa às vésperas da estreia na Copa do Mundo. Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (11/06), o camisa 1 admitiu insatisfação com os gols sofridos durante os amistosos.
“A gente não quer isso. Eu, como goleiro, sou o primeiro que sai da partida insatisfeito com o fato de ter sofrido gols. Acho que uma equipe vencedora tem que odiar tomar gol, o adversário tem que trabalhar muito forte para fazer gol”, declarou.
Alisson ainda reconheceu cobrar um melhor desempenho de si próprio. “Sou o meu maior crítico. Ninguém vai me criticar mais do que eu”, afirmou.
A Copa de 2026 terá um significado especial para Alisson. Ele vai igualar Taffarel, seu ídolo de infância, e Gylmar dos Santos Neves, bicampeão mundial em 1958 e 1962, com três participações em Mundiais.
“Se for dizer uma palavra para definir o sentimento é honra. Poder estar junto com esses gigantes da história da seleção brasileira é um privilégio”, comparou.
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Sobre o ciclo turbulento para o Mundial, Alisson considera as cobranças “naturais”: “Injustas ou não, faz parte do futebol e do pacote que é vestir essa camisa”. Após acumular lesões, o goleiro assegurou ter plenas condições de jogo: “Estou 100%”.
O Brasil estreia no dia 13 de junho, um sábado, diante da seleção de Marrocos, às 19h (de Brasília), no estádio MetLife, em Nova Iorque. Na segunda rodada, a equipe brasileira encara o Haiti no dia 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 (de Brasília), na Filadélfia. Já o último compromisso da fase de grupos será contra a Escócia, no dia 24 de junho (quarta-feira), às 19h (de Brasília), em Miami.




