O Arsenal ocupa a primeira posição da Premier League com 50 pontos, uma vantagem de quatro pontos sobre o Manchester City, que soma 46. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (30/01), o técnico Mikel Arteta comentou sobre sua relação com Pep Guardiola durante a disputa pelo título da Premier League.
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O comandante do Arsenal respondeu a perguntas sobre possíveis “jogos mentais” entre os treinadores espanhóis na atual temporada.
“Acho que não. Não nos falamos como eu falo com a minha mulher, mas conversamos normalmente. Ele fala sobre como se sente e é isso. Se há jogos mentais, há jogos mentais, mas não presto muita atenção porque, no final, você tem que entrar em campo e dar o seu melhor”, afirmou.
Arteta trabalhou anteriormente como auxiliar de Guardiola no Manchester City antes de assumir o comando técnico do Arsenal. A declaração do treinador ocorre em contexto de rivalidade esportiva, mas também de respeito profissional entre os dois.
O Arsenal tenta encerrar uma sequência de vice-campeonatos após terminar atrás do Manchester City nas temporadas 2022/23 e 2023/24. Arteta conhece bem a metodologia de trabalho de Guardiola e busca evitar que o mesmo cenário se repita na atual edição do campeonato inglês.
A diferença de quatro pontos na tabela mantém a disputa pelo título em aberto, com ambas as equipes tendo vários jogos pela frente na competição. O Arsenal visita o Leeds no sábado (31/01), às 12h, enquanto o Manchester City enfrenta o Tottenham no domingo (01/02), às 13h30.
Na sequência, os times voltam a campo pelo campeonato inglês. O Arsenal recebe o Sunderland em 7 de fevereiro, enquanto o Manchester City visita o Liverpool no dia 8 do mesmo mês.
O técnico do Arsenal também comparou a relação entre os treinadores com a de Roger Federer e Rafael Nadal.
“Para mim, surpresa seria não manter o relacionamento. Acho que seria um péssimo exemplo para o esporte. No esporte, você precisa aprender e, talvez, a maior lição é um relacionamento como, por exemplo, Rafa Nadal e Roger Federer tiveram”.
Arteta complementou: “Não estou nesse nível. Mas um dos melhores da história, ou os dois melhores desportistas, a relação que têm entre si quando têm de jogar uma final, um contra o outro, então como é que eu não vou ter uma ótima relação com alguém que admiro, com quem trabalhei e que é meu colega?”
Sobre a competitividade, o treinador espanhol foi claro: “Mas é o mesmo que com qualquer outro adversário. Quando se entra no campo, na quadra, é para ganhar. São negócios”.
“Sei o que eles vão fazer e o que têm feito nos últimos 10-15 anos. Obviamente, não é nenhuma surpresa. Eles querem ganhar e farão tudo o que puderem para ganhar”, finalizou o treinador do Arsenal.
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