Em busca de valorização no mercado, o meio-campista Breno Bidon, do Corinthians, obeteve sua cidadania italiana nesta semana. Tanto o jogador quanto seu estafe celebraram o novo passaporte. A informação foi inicialmente divulgada pelo ge.globo e confirmada pela TMC.
Com a cidadania italiana, Breno Bidon abre ainda mais suas portas nas ligas europeias, que limitam a três o número de jogadores estrangeiros – isto é, nascidos fora da Europa. Possuindo o documento de um país membro da União Europeia, o volante corintiano agora deixa de ser um extracomunitário.
A cidadania italiana vinha sendo buscada por Breno Bidon, sua família e seu estafe desde 2024 justamente por esse essa facilitação no mercado europeu. Sem contar, claro, benefícios em âmbito pessoal. Agora, falta apenas alguns detalhes burocráticos para receber o passaporte em si.
“Em termos de preço não faz diferença, porque isso quem regula é o mercado. Mas aumentam as opções. Os clubes normalmente reservam as vagas de extracomunitário para o jogador que decide o jogo, no geral atacantes. Zagueiro ou volante, por mais que eles gostem do atleta, eles preferem formar em casa. Nessas vagas (de estrangeiros) eles vão investir mais dinheiro, tomar risco”, disse Fernando Brito, empresário de Breno Bidon, ao ge.globo.
“O cenário muda completamente a partir de agora. Antes, o Breno brigava por uma das três vagas de estrangeiro de cada clube europeu. Agora, as possibilidades são muito maiores”, complementou o agente.
Principal nome do meio-campo do Corinthians em 2025 e prospecto dos últimos anos, Breno Bidon vem tendo seu nome ligado a clubes da Europa há algum tempo. Segundo soube a reportagem da TMC, clubes da Alemanha, da Bélgica e de Portugal já sondaram com maior ênfase a joia alvinegra.
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As janelas de transferências das principais ligas europeias abrem entre junho e julho. Vale lembrar que o Corinthians, que detém 90% dos direitos econômicos de Breno Bidon, espera arrecadar R$ 151 milhões com vendas de atletas em 2026.




