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Ex-Corinthians e Inter, Perdigão denuncia agressão policial

Ex-meia diz ter sido atacado pela Polícia Militar, no Paraná, mostra marcas das agressões e cobra responsabilização dos agentes envolvidos

Por Redação TMC | Atualizado em
Perdigão em ação contra o Vila Nova, na Série B de 2008 (Foto: Agência Corinthians)
Câmera Fotográfica Perdigão em ação contra o Vila Nova, na Série B de 2008 (Foto: Agência Corinthians)

O ex-jogador Perdigão, que passou por clubes como Internacional, Vasco e Corinthians, afirmou ter sido alvo de violência policial depois da partida entre São Joseense e Operário, disputada na Vila Capanema, pelo Campeonato Paranaense, no domingo (18/01). Por meio das redes sociais, o ex-atleta publicou vídeos do momento da abordagem e relatos sobre o que aconteceu.

Segundo Perdigão, ele se aproximou de um policial apenas para cumprimentá-lo e elogiar a atuação da corporação. No entanto, ainda segundo ele, foi surpreendido por golpes de cassetete sem que houvesse qualquer motivo para isso.

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Nos vídeos divulgados, é possível ver o ex-meia sendo atingido enquanto dialogava com os agentes. Outra pessoa que estava ao seu lado também aparece sendo agredida. Perdigão ainda mostrou imagens das marcas deixadas pelos golpes, com hematomas espalhados pelo corpo.

“Em nenhum momento procurei confronto. Tentei acalmar a situação, me afastando e deixando claro que não havia intenção de briga. Não fui agressivo, não desrespeitei ninguém e não revidei. Mesmo assim, sofri uma agressão gratuita e sem justificativa”, declarou.

Ao final da publicação, o ex-jogador lamentou o ocorrido e informou que pretende buscar responsabilização dos policiais envolvidos. Ele afirmou que providências legais já estão em andamento.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que a Polícia Militar já instaurou um procedimento interno para apurar os fatos envolvendo o policial citado no episódio. Segundo a pasta, assim que tomou conhecimento do caso, a Corregedoria da PMPR adotou providências iniciais, determinou o afastamento imediato do agente para funções administrativas e o encaminhou para avaliação psicológica, destacando ainda que a conduta relatada não condiz com o padrão de atuação e o preparo das forças de segurança do estado.

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