A Fórmula 1 anunciou, neste domingo, o retorno da Malásia ao calendário da temporada 2026. A prova está marcada para 04/10 no Circuito de Sepang e preenche a lacuna deixada pelos cancelamentos do Bahrein e da Arábia Saudita.
A confirmação definitiva, porém, ainda depende de acordos finais e assinaturas. Com o anúncio, o mundial passa a ter 22 etapas confirmadas. A categoria pretende fechar o ano com 23 corridas no total.
Sepang entre Azerbaijão e Singapura
A prova malaia foi inserida no calendário entre as etapas do Azerbaijão e de Singapura. Trata-se da 29ª corrida da história realizada em um território diferente do país que dá nome ao evento, uma peculiaridade do automobilismo. Das provas com essa característica, 26 ocorreram em Ímola, na Itália, sob a denominação de GP de San Marino. O Circuito Dijon-Prenois, na França, abrigou o GP da Suíça em 1982. O Nurburgring, na Alemanha, foi o palco escolhido para os GPs de Luxemburgo nas temporadas de 1997 e 1998.
O presidente da F1, Stefano Domenicali, saudou o retorno da Malásia ao calendário. “Essas são notícias fantásticas para os nossos fãs. Eles vão continuar aproveitando um empolgante e completo calendário da Fórmula 1, além de verem o esporte retornar a um grande palco. A Malásia é um país incrível, e Sepang possui um lugar especial na história da Fórmula 1. Isso proporcionará um cenário espetacular para as corridas e uma experiência inesquecível para os fãs, tanto no circuito quanto para aqueles que acompanham de todo o mundo”, afirmou Domenicali.
O contexto dos cancelamentos
A origem do espaço aberto no calendário está nos conflitos que abalaram o Oriente Médio.
Em abril, a F1 decidiu retirar do calendário as provas previstas no Bahrein e na Arábia Saudita. Segundo a categoria, o GP saudita não terá substituto na grade de 2026.
O Catar, cujo complexo de energia Ras Laffan foi bombardeado pelo Irã e que também figurou entre os alvos dos ataques, segue com sua etapa mantida no calendário, agendada para 29/11 de 2026.




