A organização da Olimpíada de Inverno de Milão-Cortina encontrou uma solução para o problema das medalhas que estavam se desfazendo. O anúncio foi feito nesta terça-feira (10/02), após investigação conduzida com a participação da Casa da Moeda do Estado Italiano, responsável pela fabricação das premiações.
Os atletas que receberam medalhas com defeito poderão devolvê-las para conserto. O problema foi identificado nos primeiros dias de competição, quando competidores começaram a relatar danos nas premiações recebidas.
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Uma possível causa do defeito seria problemas no fecho e na fita das medalhas. O mecanismo de liberação, exigido por lei para prevenir riscos de estrangulamento ou ferimentos, pode estar relacionado à falha.
A americana Breezy Johnson, vencedora da prova de downhill feminino no domingo, foi uma das atletas afetadas. Ela mostrou sua medalha danificada, na qual a fita havia se separado da parte metálica.
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As medalhas de ouro e prata dos Jogos de Inverno pesam 500 gramas cada. As de ouro contêm 6 gramas do metal precioso. As medalhas de bronze são mais leves, com peso de 420 gramas.
A organização não divulgou o número exato de medalhas afetadas, apenas informou que se trata de uma quantidade limitada. Também não foram detalhados os aspectos técnicos específicos do problema identificado.
“Milão-Cortina 2026 confirma seu compromisso em garantir que as medalhas, que simbolizam a maior conquista na carreira de cada atleta, atendam aos mais altos padrões de qualidade e atenção aos detalhes”, destacou Luca Casassa, diretor de Comunicação de Milão-Cortina 2026.
Os Jogos Olímpicos de Inverno estão sendo realizados em diversas localidades no norte da Itália, desde Milão até várias sedes nos Alpes, abrangendo diferentes cidades e regiões montanhosas.
