Quem chega mais forte na Libertadores 2026? O que esperar dos times brasileiros na disputa pela Glória Eterna

Com protagonismo recente, clubes do Brasil chegam como favoritos, mas enfrentam pressão e novos desafios na competição

Por Agência JAGR | Atualizado em
Taça Libertadores ao pôr do sol.
(Foto Divulgação/Libertadores BR)

A fase de grupos da Copa Libertadores da América 2026 começa com 32 equipes sonhando com a chamada “Glória Eterna”. Em sua 67ª edição, o torneio reúne clubes de toda a América do Sul, em um formato já conhecido: oito grupos com quatro times, avançando os dois melhores de cada chave para o mata-mata.

A grande decisão está marcada para 28 de novembro, no tradicional Estádio Centenário, no Uruguai. Nos últimos anos, o Brasil assumiu o controle da competição e chega novamente como principal força na briga pelo título.

Atualmente a competição conta com seis representantes, Flamengo, Palmeiras, Fluminense, Cruzeiro, Corinthians e Mirassol.

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Favoritos: quem chega mais forte do Brasil

Entre os brasileiros, alguns clubes aparecem com status claro de favoritos. Sem dúvidas, Flamengo e Palmeiras lideram esse grupo, sustentados por elencos fortes, experiência internacional e conquistas recentes, além da consistência de um bom futebol.

O Fluminense também entra com muita possibilidade após título recente, enquanto o Cruzeiro surge como uma equipe em ascensão, com potencial para ir longe. Esses clubes formam a chamada “primeira prateleira” entre os representantes do país. Isto é, estão entre os melhores e favoritos da Libertadores.

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Quem pode surpreender na campanha

Outros brasileiros que estão em prateleiras abaixo chegam com menos pressão, mas com capacidade de crescer ao longo do torneio. O Corinthians aparece como um time competitivo, que pode evoluir na fase de grupos e ganhar força no mata-mata, tendo em vista que é sua especialidade.

Já o Mirassol, estreante na competição, representa a incógnita. Sem tradição na Libertadores, o clube pode usar o fator surpresa como aliado, embora ainda esteja um degrau abaixo em termos de experiência – e até mesmo, qualidade.

Desafios e cenário para os brasileiros

Apesar do favoritismo, a campanha dos brasileiros não deve ser simples. Clubes argentinos, como o Boca Juniors, além de equipes tradicionais de outros países, ainda representam uma grande ameaça para os brasileiros.

Outro ponto de atenção é a pressão por manter o domínio brasileiro. Isso porque, desde 2019, apenas clubes brasileiros levantaram o troféu, o que aumenta a pressão por resultados.

Vale lembrar que três títulos foram do Flamengo (2019, 2022 e 2025), dois do Palmeiras (2020 e 2021), um do Fluminense (2023) e, por fim, um do Botafogo (2024). Além disso, simultaneamente cinco finais foram somente dos clubes brasileiros, ou seja, cinco das sete decisões foram disputadas exclusivamente por clubes brasileiros. Isso ocorreu em 2020, com Palmeiras x Santos; em 2021, com Palmeiras x Flamengo; em 2022, com Flamengo x Athletico Paranaense; em 2024, com Atlético Mineiro x Botafogo; e em 2025, novamente com Palmeiras x Flamengo.

A final, marcada para o Estádio Centenário, no Uruguai, deve reunir apenas dois times após uma longa trajetória de confrontos eliminatórios. Até lá, os brasileiros tentam confirmar o favoritismo, mas sabem que, na Libertadores, tradição nem sempre garante vitória e muita coisa pode acontecer.

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