O Palmeiras registrou, na tarde desta quarta-feira (21), um Boletim de Ocorrência no DRADE (Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva) para investigar atos de vandalismo cometidos contra um muro da sede social, na Rua Palestra Itália. O clube informou que está colaborando com as autoridades para identificar todos os envolvidos e responsabilizá-los pelos crimes.
Em nota oficial, o Palmeiras deixou claro que os autores identificados responderão judicialmente e também sofrerão punições administrativas. Caso façam parte do programa Avanti, serão excluídos do quadro de sócios-torcedores. Além disso, terão os CPFs bloqueados no sistema de venda de ingressos para partidas do Verdão como mandante.
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As medidas foram adotadas após pichações registradas na área da bilheteria do Allianz Parque, na noite de terça-feira, depois da derrota por 4 a 0 para o Novorizontino, pelo Campeonato Paulista. Frases ofensivas foram escritas nos muros, tendo como alvos jogadores do elenco, o técnico Abel Ferreira e a presidente Leila Pereira, em manifestações de protesto contra o momento da equipe.
O episódio ocorreu poucas horas após o revés mais pesado do Palmeiras sob o comando de Abel Ferreira. Até então, as maiores derrotas da era do treinador tinham sido por três gols de diferença, em partidas contra Internacional (2022), Flamengo (2023), Fortaleza (2024) e LDU (2025).
Na manhã desta quarta-feira, funcionários do clube iniciaram a limpeza e repintura dos muros atingidos, cobrindo as mensagens com tinta verde. Vale lembrar que, neste início de 2026, o Palmeiras não tem atuado no Allianz Parque, já que o gramado passa por troca. Por isso, a equipe vem mandando seus jogos na Arena Barueri.
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