Relembre a polêmica envolvendo Samir Xaud, presidente da CBF

A entidade nega irregularidades e afirma que todos os gastos seguiram normas institucionais

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Samir Xaud, presidente da CBF
(Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

O presidente da CBF, Samir Xaud, voltou ao centro das atenções neste início da Copa do Mundo de 2026 após denúncias apontarem um possível uso de recursos da Confederação Brasileira de Futebol para custear despesas envolvendo mulheres em viagens ao exterior.

De acordo com as informações, Samir teria custeado despesas em duas ocasiões, a primeira em Doha, no Mundial de Clubes e, a mais recente, na Copa do Mundo, ampliando a repercussão do caso e gerando cobranças por esclarecimentos.

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Xaud, porém, nega qualquer irregularidade. Segundo o presidente da CBF, todas as despesas de caráter pessoal foram pagas com recursos próprios, sem qualquer utilização de verbas da entidade.

Diante da repercussão, a CBF divulgou uma nota oficial rejeitando as acusações. A entidade afirmou que seus gastos são vinculados exclusivamente às atividades institucionais e que despesas particulares dos dirigentes são custeadas individualmente. A confederação também destacou que a atual gestão tem como pilares a transparência, a responsabilidade administrativa e o compromisso com a integridade.

TMC apurou os bastidores

De acordo com apuração da equipe da TMC, Samir Xaud, apesar do assunto estar em alta, o cenário interno na CBF permanece estável. A avaliação nos bastidores é de que as questões apontadas dizem respeito à esfera pessoal e não comprometem sua permanência no comando da confederação.

Assim, mesmo em meio à repercussão das acusações, Xaud continua exercendo normalmente suas funções à frente da CBF, enquanto a entidade mantém o foco nas atividades da Seleção Brasileira durante a Copa.

Apoio das federações estaduais

Presidentes de federações estaduais e membros da diretoria mantêm apoio ao dirigente, destacando avanços em pautas como a profissionalização da arbitragem, o fair play financeiro e a aproximação entre clubes e federações.

Nos bastidores, a avaliação é de que a crise tem caráter pessoal e não compromete a gestão da CBF. Aliados também consideram que as acusações seriam motivadas por interesses externos e não devem gerar impacto político dentro da entidade.

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