Na última semana, o São Paulo acertou a rescisão do contrato do meia Oscar. Ficou acordado que o Tricolor vai pagar R$ 10 milhões dividido em 24 parcelas ao agora ex-jogador. Este valor resulta em um montante mensal de aproximadamente R$ 415 mil aos cofres são-paulinos. Há, ainda, mais R$ 450 mil que o clube terá que pagar ao ex-lateral-direito Daniel Alves. Ao todo, o clube do Morumbi vai desembolsar cerca de R$ 865 mil por mês apenas com essa dupla, que não veste mais o manto tricolor.
Considerando os nove meses restantes de 2026 – isto é, de abril a dezembro -, o São Paulo vai desembolsar por volta de R$ 7,8 milhões apenas com os dois ex-jogadores.
Para efeito de comparação, o São Paulo gastou R$ 2,7 milhões em contratações nesta temporada. Até o fim de 2026, o Tricolor vai desembolsar quase o triplo disso apenas com a dupla que não veste mais a camisa do clube.
Para rescindir com Oscar, o São Paulo topou pagar esses R$ 10 milhões. A pedida inicial era de R$ 60 milhões levando em conta o que o meia tinha para receber até o fim do seu contrato, que tinha duração até dezembro de 2027, mas as partes entraram em acordo.
A sitação é similar à de Daniel Alves, que deixou o Morumbi em 2021. O Tricolor vem pagando mensalmente R$ 450 mil ao ex-atleta desde então. De acordo com o balanço financeiro de 2025, o clube ainda devia R$ 3,3 milhões ao ex-jogador e R$ 1,4 milhão para Dinorah Santana Bastos, ex-esposa do lateral-direito que cuidava dos patrimônios dele na época, e a previsão é quitar o débito em dezembro deste ano.
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Oscar vestiu a camisa do Tricolor por 35 partidas e mandou duas bolas para o fundo da rede. Já Daniel Alves defendeu o São Paulo por 95 jogos e marcou dez gols.
Por Caíque Silva e Victor Godoy




