O São Paulo encerrou janeiro com déficit de R$ 3,2 milhões, valor bem abaixo dos R$ 14,6 milhões de prejuízo previstos no orçamento. A economia de aproximadamente R$ 11 milhões foi alcançada por meio de medidas que incluíram saídas de jogadores do elenco profissional e redução de gastos com festas de Carnaval no clube social.
O presidente Harry Massis assumiu o comando da instituição no dia 17 de janeiro. Logo após a posse, ele determinou revisão de contratos em vigor para melhorar as condições financeiras do clube.
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Janeiro representa tradicionalmente período de déficit nas finanças do São Paulo por apresentar menor arrecadação com bilheteria. As receitas provenientes de premiações do Campeonato Paulista são repassadas apenas ao término da competição estadual.
A gestão financeira envolveu diretamente Massis e o elenco profissional de futebol. O presidente realizou reunião com os jogadores para apresentar proposta de pagamento de valores pendentes.
As medidas de economia foram implementadas tanto no departamento de futebol quanto no clube social. A diminuição dos custos das festas de Carnaval gerou polêmicas nas redes sociais.
Para o ano completo de 2026, o orçamento do São Paulo projeta superávit de R$ 37,9 milhões. A estratégia para alcançar o resultado positivo inclui crescimento na arrecadação com bilheteria, obtenção de premiações em competições e recebimento de valores por vendas de atletas. O clube também conta com receitas de patrocínios e direitos de transmissão.
O São Paulo tem pela frente compromissos pelo Campeonato Brasileiro. O time enfrenta o Red Bull Bragantino fora de casa no dia 15 de março, às 20h30. Joga contra o Atlético-MG também como visitante em 18 de março, às 20h. Recebe o Palmeiras no dia 21 de março, às 21h.
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