A Petrobras encerrou 2025 com desempenho acima do previsto em seu Plano de Negócios 2025–2029. A produção média de óleo atingiu 2,40 milhões de bpd (barris por dia), superando em 0,5 ponto percentual o teto da meta estipulada (+4%), o que representa avanço de 11% em relação a 2024. O balanço foi divulgado pela estatal nesta quinta-feira (15), confira neste link.
A produção total de óleo e gás natural também ficou acima da projeção, alcançando 2,99 milhões de boed (barris de óleo equivalente por dia), sendo 2,8 pontos percentuais acima do limite superior da meta e crescimento anual de 11%. Já a produção comercial somou 2,62 milhões de boed, ultrapassando em 0,9 ponto percentual o patamar máximo projetado.
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Além de exceder as metas, a companhia registrou os maiores volumes anuais de sua história nas categorias produção de óleo, produção total e produção comercial, em mais de sete décadas de operação. No pré-sal, foram estabelecidos recordes de 2,45 milhões de boed de produção própria e 3,70 milhões de boed de produção operada. Essa camada respondeu por 82% de toda a produção da Petrobras em 2025.
Segundo o comunicado, o avanço foi impulsionado pela entrada em operação de duas novas plataformas no pré-sal da Bacia de Santos, o FPSO Almirante Tamandaré, no campo de Búzios, e o FPSO Alexandre de Gusmão, em Mero. No mesmo período, o FPSO Marechal Duque de Caxias, também em Mero, atingiu seu pico produtivo, enquanto o Almirante Tamandaré alcançou média aproximada de 240 mil bpd em novembro e dezembro, consolidando-se como a plataforma de maior produção do país.
O ano também foi marcado pela evolução do ramp-up dos FPSOs Maria Quitéria, em Jubarte, e Anita Garibaldi e Anna Nery, nos campos de Marlim e Voador. De acordo com a companhia, ganhos expressivos de eficiência operacional em todas as unidades foram decisivos para a superação dos objetivos traçados.
Outro marco relevante foi a produção operada de 1 milhão de bpd no campo de Búzios, alcançada com apenas seis plataformas. A sétima unidade do campo, a P-78, entrou em operação no último dia de 2025 e deve sustentar a continuidade do crescimento da produção nos próximos anos.
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