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Justiça brasileira garante vitória importante ao Prosciutto di Parma

Justiça determina que empresa brasileira abandone marca “Parman” e reconhece exclusividade do nome Parma ao verdadeiro presunto italiano

O Presunto de Parma acaba de conquistar uma vitória decisiva no Brasil — um passo importante na luta global contra falsificações e usos indevidos de um dos maiores símbolos da gastronomia italiana.

A Justiça brasileira decidiu a favor do Consorzio del Prosciutto di Parma em um processo contra uma empresa que havia registrado a marca “Parman” e utilizava referências diretas ao nome Parma em produtos à base de carne. A sentença reconhece o uso indevido da denominação, impõe indenização, obriga a renúncia às marcas e impede novas tentativas de registro semelhantes.

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O resultado tem peso especial no Brasil, onde a proteção da denominação de origem ainda enfrenta desafios e onde produtos “tipo Parma” continuam comuns. Em um mercado global repleto de imitações, a decisão reforça a proteção internacional da DOP (Denominação de Origem Protegida), garantindo que somente o verdadeiro presunto produzido nas colinas da Emilia-Romagna possa levar o nome Parma.

Para o consumidor brasileiro — cada vez mais conectado ao universo dos produtos premium, DOP e DOC — a vitória representa mais segurança, mais transparência e menos imitação. É um marco para quem valoriza autenticidade e quer identificar facilmente o verdadeiro Prosciutto di Parma.

Mas essa batalha vai além do jurídico: é cultural. O Presunto de Parma concentra mais de dois mil anos de história, técnicas transmitidas de geração em geração e um território único, onde clima, tradição e savoir-faire se encontram para criar um produto impossível de reproduzir. Defender a DOP é defender um patrimônio vivo — para a Itália e para o mundo.

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A decisão também dialoga com o avanço das negociações do acordo UE–Mercosul, que prevê proteção integral ao Prosciutto di Parma no bloco sul-americano. No Brasil, essa proteção plena passa a valer sete anos após a ratificação.

Com o fortalecimento dos acordos e a fiscalização mais rígida, o Consorzio garante que continuará vigilante.
Porque, quando se fala em Parma, não se fala apenas de um presunto — fala-se de identidade, qualidade e de uma herança gastronômica que a Itália faz questão de proteger em cada tribunal do mundo.

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