Repórter agredida ao vivo pela torcida do flamengo se pronuncia; veja vídeo

A agressão aconteceu enquanto Duda Dalponte cobria o embarque da delegação do time

Por Agência JAGR | Atualizado em
Em imagem, Duda Dalponte sorri para câmera
Duda Dalponte, jornalista do Globo Esporte, teve seu cabelo puxado repetida vezes durante passagem ao vivo da jornalista | Imagem: Reprodução -Instagram Duda Dalponte

Na tarde da última quarta-feira (26), uma repórter do Globo Esporte foi agredida ao vivo em uma entrada para o telejornal Jornal Hoje.

A repórter Duda Dalponte, estava fazendo a cobertura do embarque da delegação do Flamengo rumo à final da Copa Libertadores da América que acontece neste sábado (29). Sob pressão da torcida presente no aeroporto, Dalponte teve seu cabelo puxado repetidas vezes.

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Como tudo aconteceu?

Enquanto estava ao vivo com atualizações sobre o embarque da delegação do Flamengo, no Aeroporto Internacional Tom Jobim – Galeão, no Rio de Janeiro, a jornalista foi cercada por torcedores em clima de festa.

Houve um empurra‑empurra comum em coberturas com grande público e durante esse ato seu cabelo foi puxado mais de uma vez.
A repórter prosseguiu com a entrada ao vivo como se nada tivesse acontecido.

Ela não ficou calada

Duda Dalponte utilizou as redes sociais relembrando o que aconteceu e como se sentiu no momento.

Ela explicou que achou que foi um acidente, mas percebeu que não era quando sentiu seu cabelo sendo puxado mais de uma vez.
A repórter classificou o episódio como agressão e disse que está bem.

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Revolta do público e da mídia

O episódio gerou indignação por parte do público e mídia e enfatizou o debate sobre o direito do jornalista poder trabalhar sem sofrer assédio e agressões, especialmente mulheres.

Em recente caso, uma equipe da Record Bahia também foi atacada enquanto cobria um acidente de trânsito em Salvador. O repórter chegou a sofrer socos e empurrões durante a transmissão.

O episódio motivou notas de repúdio de entidades do jornalismo, como o Sinjorba (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia) e a FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), classificando o ato como “grave afronta à liberdade de imprensa”.

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