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Trump: operação na Venezuela provou superioridade militar dos EUA

Presidente americano afirma que captura de Maduro demonstrou eficácia das forças armadas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou que a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro demonstrou a superioridade das forças armadas americanas.

Em discurso realizado nesta terça-feira (06/01) para parlamentares republicanos na Câmara dos Representantes em Washington, o mandatário compartilhou informações sobre a operação militar executada em território venezuelano.

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A ação envolveu o corte estratégico de energia elétrica em diversas regiões da Venezuela antes da entrada das tropas americanas no país. Esta tática permitiu que os militares se aproximassem do local onde Maduro se encontrava sem serem detectados.

“Tínhamos muitos soldados em solo, mas foi incrível”, declarou Trump durante seu pronunciamento. “Foi brilhante taticamente.”

As forças americanas entraram em Caracas e detiveram Maduro e sua esposa, Cilia Flores, transportando-os posteriormente para os Estados Unidos. O presidente americano enfatizou a eficácia da operação, destacando a ausência de baixas entre os militares americanos.

“E pensem nisso, ninguém morreu”, afirmou o presidente. “E, do outro lado, muita gente morreu.”

Na segunda-feira (5/01), Maduro e Flores compareceram a um tribunal em Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de tráfico de drogas e porte de armas. A próxima audiência judicial está marcada para 17 de março, sem que nenhum dos dois tenha solicitado fiança ou libertação imediata.

Na Venezuela, Delcy Rodríguez, aliada de Maduro, assumiu como presidente interina na segunda-feira. Trump, no entanto, afirmou que os EUA mantêm controle da situação.

Durante seu discurso, o presidente americano criticou os democratas por questionarem a decisão de capturar Maduro. “Em algum momento, eles deveriam dizer, sabe, ‘Você fez um ótimo trabalho'”, comentou. “‘Obrigado, parabéns’. Não seria bom?”.

Apesar de estar sob custódia americana, Maduro manteve sua posição oficial durante sua aparição no tribunal: “Eu ainda sou o presidente do meu país”.

Leia mais: EUA retiram acusação de que Maduro comandava cartel de drogas

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