O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um ultimato ao Irã neste sábado (21/03). O governo iraniano deve abrir completamente o Estreito de Ormuz “sem ameaças” até a noite de segunda-feira (23/03). Caso contrário, forças americanas atacarão e destruirão as bases energéticas do país persa.
Trump divulgou a ameaça pela rede social Truth Social. O presidente afirmou que os ataques começarão pela maior das unidades energéticas iranianas. A declaração ocorre em meio a tensões crescentes na região do golfo Pérsico.
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Ataques conjuntos entre EUA e Israel
Estados Unidos e Israel executaram um ataque conjunto contra uma instalação iraniana neste sábado. A operação atingiu a unidade de enriquecimento de urânio localizada em Natanz. A agência de notícias iraniana Tasnim informou o ataque. A instalação é considerada crucial para o programa nuclear do Irã.
Forças iranianas atacaram um prédio na cidade israelense de Dimona em resposta. A estrutura abriga o programa nuclear de Israel. O intercâmbio de ataques marca uma escalada nas hostilidades entre os países envolvidos no conflito.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que os ataques americanos e israelenses “serão intensificados significativamente” nos próximos dias. A afirmação alinha-se com o posicionamento adotado por Trump nas redes sociais.
Trump afirma ter “varrido o Irã do mapa”
O presidente americano afirmou em publicação anterior na Truth Social que os Estados Unidos “varreram o Irã do mapa”. Trump declarou ter cumprido seu objetivo semanas antes do prazo previsto. “A liderança deles se foi, a Marinha e Força Aérea deles está morta, eles não tem absolutamente nenhuma defesa e querem fazer um acordo”, escreveu.
Comunidade internacional acompanha crise
O fechamento do Estreito de Ormuz mobiliza a atenção do comércio internacional. Um grupo de 22 países divulgou declaração conjunta sobre a situação. Os signatários expressaram disposição em contribuir para os esforços de segurança destinados à navegação no Estreito de Ormuz.
A rota marítima bloqueada representa um ponto crítico para o transporte de mercadorias e recursos energéticos. A comunidade internacional aguarda desdobramentos sobre a liberação da passagem.




