Decisão do mandatário ocorreu logo após tomar posse no comando do Tricolor Paulista, abrindo mão de benefícios oferecidos pela política interna do clube
Empresa de limpeza contratada por R$ 6,8 milhões anuais não forneceu os 96 colaboradores diários previstos no acordo, segundo registros analisados pelo clube paulista
Investigação tem como alvo principal António Donizete Gonçalves, ex-diretor social do clube, que teria condicionado benefícios ao pagamento de "taxa de entrada"