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Louvre investe em luxo e esquece o básico: segurança falha e ladrões fazem a festa

Falha na programação no sistema de segurança resulta em prejuizo para o museu

Por Redação TMC da TMC São Paulo e Brasília | Atualizado em
foto da sala onde as joias estavam
Câmera Fotográfica (Foto: Fernando Nobre)

Um tribunal francês divulgou nesta quinta-feira (06/11) um relatório expondo a neglicência da administração do Louvre. O documento critica a liderança da instituição por priorizar projetos de renovação estética e aquisições de alto valor simbólico em detrimento de investimentos básicos em segurança, uma escolha que, segundo especialistas, abriu brechas para o roubo que chocou a França.

Desde o roubo, vieram à tona informações mostrando que essas falhas de segurança já eram conhecidas há anos. Um relatório anterior da agência francesa de segurança da informação (ANSSI), confirmava que a senha do servidor das redes de câmeras de segurança do museu era simplesmente “LOUVRE”.

O resultado dessa neglicência foi uma ação criminosa cinematográfica. Após chegarem ao muro externo do Louvre, os ladrões escalaram o prédio e arrombaram uma janela. Só então os alarmes internos foram acionados. Quatro minutos depois, após arrombarem uma vitrine reforçada e levarem nove peças de joias históricas, os ladrões já estavam fugindo.

“As fragilidades na proteção do nosso perímetro são conhecidas e identificadas”, afirmou a diretora do Louvre, Laurence des Cars, a parlamentares após o assalto.

A curadora geral francesa do patrimônio e historiadora da arte, ainda afirmou aos senadors franceses que pretende dobrar o número de câmeras de segurança aos redores e dentro do Louvre nos próximos anos.

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