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Após Supremo Tribunal Federal manter prisão preventiva, o que acontece agora com Bolsonaro?

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (24/11), por unanimidade, manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Acesse o canal da TMC no WhatApp para ficar sempre informado das últimas notícias A medida porém poderá continuar por tempo indeterminado, mas precisa ser reavaliada a […]

Por Redação TMC | Atualizado em
Câmera Fotográfica Bolsonaro é preso na manhã deste sábado (DIEGO HERCULANO/Reuters)

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (24/11), por unanimidademanter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

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A medida porém poderá continuar por tempo indeterminado, mas precisa ser reavaliada a cada 90 dias, pelas regras penais. Enquanto o Supremo considerar que os motivos que a determinaram ainda existam ela será mantida.

Prisão preventiva

Bolsonaro está preso preventivamente por tentativa de fuga, sem relação com ação penal da trama golpistaO documento também narra que uma manifestação bolsonarista facilitaria eventual evasão do ex-presidente.

defesa de Bolsonaro afirmou que a prisão preventiva coloca a vida do político “em risco” e foi motivada por uma “vigília de orações”. Os advogados Celso Vilardi e Paulo Amador da Cunha Bueno classificaram a decisão como “profundamente perplexa”. Eles citam que Bolsonaro estava em casa, monitorado por tornozeleira e sob vigilância policial.

Trama golpista

Os advogados de Jair Bolsonaro têm até o fim desta segunda-feira (24/11) para apresentar novos recursos junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento do golpe.

A defesa pode apresentar embargos de declaração relacionados ao julgamento que condenou o ex-presidente a 27 anos e três meses. Estes recursos não têm relação direta com a prisão preventiva, decretada neste último sábado (22/11).

Quando o caso transitar em julgado, ou seja, a condenação se tornar definitiva, a partir de então começará a execução das penas. Não há data ainda para que isso aconteça.

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