Cirurgia de Bolsonaro ocorreu como previsto, afirmam médicos do ex-presidente

Ainda não há previsão de alta e médicos avaliam a necessidade de outro procedimento para tratar soluços

Por Redação TMC | Atualizado em
Imagem mostra o rosto do ex-presidente Jair Bolsonaro de perfil.
(Foto: Antonio Augusto/STF)

Os médicos responsáveis pela cirurgia de Jair Bolsonaro falaram à imprensa na tarde desta quinta-feira (25/12) e deram mais detalhes sobre o estado de saúde do ex-presidente.

Segundo a equipe médica, o procedimento aconteceu como previsto:

“Procedimento cirúrgico realizado hoje transcorreu de acordo com o previsto, que foi uma hernia inguinal bilateral dos dois lados, então o presidente tinha uma hérnia do tipo mista, direta e indireta e foi corrigida”, explicou o médico cirurgião Cláudio Birolini em entrevista a jornalistas. “Foi feita um reforço da parece abdominal e foi colocada uma tela de material plástico”, completou.

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Os médicos afirmaram que Bolsonaro já acordou da sedação e foi encaminhado para quarto, sem previsão de alta.

A ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, também afirmou que a cirurgia correu bem e agradeceu a equipe médica. Nas redes sociais, ela disse que a cirurgia foi um “sucesso” e “sem intercorrências”.

O procedimento para operar uma hérnia inguinal bilateral teve início por volta das 09h e durou cerca de três horas.

Agora, os cuidados diários serão voltados a fisioterapia e analgesia (alívio da dor), segundo os médicos. Antes do procedimento ser realizado, a previsão era de que Bolsonaro ficasse internado por entre 5 e 7 dias para se recuperar.

Os médicos avaliam também a realização de um outro procedimento para tratar os soluços do ex-presidente: “Nós optamos por questões de precaução otimizar o tratamento clínico, melhorar a dieta, potencializar toda a medicação e observar nesses próximos dias a necessidade ou não desse procedimento, provavelmente nós o faremos na segunda-feira, que é o tempo para ele responder a medicação”.

Sobre a mudança na abordagem terapêutica inicialmente planejada, o médico esclareceu e explicou as possíveis causas dos soluços: “Nós, inicialmente, tínhamos proposto um bloqueio do nervo, mas, estando mais próximo do presidente agora e observando que tenha uma relação direta talvez com o tubo digestivo, uma esofagite severa que ele tem, associada a gastrite e refluxo gastresofágico”, afirmou.

Leia mais: Cirurgia de Bolsonaro termina após três horas e meia

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