Congresso inicia o ano com foco no calendário eleitoral e expectativa de depoimento de Vorcaro na CPMI

Presidente da Câmara afirma que MP do Gás do Povo está entre as prioridades, enquanto Senado deve focar em aprovação do acordo Mercosul-UE

Por Rafaela Soares | Atualizado em
Câmara
(Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

O Congresso Nacional retoma os trabalhos nesta segunda-feira (02/02) em meio à pressão das investigações envolvendo o Banco Master e à expectativa de convocação do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição, pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Além do avanço das apurações, o calendário eleitoral deve influenciar o ritmo das atividades no Legislativo. Parlamentares terão pouco mais de um semestre para votar pautas consideradas relevantes antes do início oficial da campanha.

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As convenções partidárias, responsáveis por definir os candidatos aos cargos em disputa, estão marcadas para o período entre 20 de julho e 5 de agosto. O prazo final para registro das candidaturas é 15 de agosto, e o início da campanha eleitoral está previsto para o dia 16 do mesmo mês.

Prioridades na Câmara

Entre os temas já confirmados como prioridade está a análise da Medida Provisória do Gás do Povo. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o texto será apreciado em conjunto com o projeto que cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano.

Nas redes sociais, Motta também destacou outras pautas em tramitação. “Sobre o Acordo Mercosul-União Europeia, assim que chegar à Casa, daremos celeridade. Já a PEC da Segurança Pública será debatida nas próximas semanas, com previsão de votação após o Carnaval. O trabalho continua”, afirmou.

Agenda no Senado

No Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), deve concentrar esforços na articulação para acelerar a aprovação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

O tratado ainda depende do aval dos parlamentos nacionais de todos os países envolvidos. A missão diplomática brasileira que deve ir à Europa para defender o acordo deve contar com a participação de Alcolumbre e de outros parlamentares.

Para o Palácio do Planalto, além de reforçar o peso institucional das negociações, a iniciativa também busca estreitar a relação política com o presidente do Senado, ao dar a ele protagonismo na condução do tema.

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