O caso Master começou a ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada. As acusações contra o banqueiro Daniel Vorcaro estão sob responsabilidade do ministro André Mendonça, da Segunda Turma.
O grupo é formado por cinco ministros. Mas somente quatro deles votaram no caso, que decidiu pela permanência de Vorcaro na prisão na sexta-feira (13/03).
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Os ministros que estão decidindo sobre o futuro do banqueiro e sua rede de contatos são Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e o próprio André Mendonça.
Dias Toffoli também faz parte da Segunda Turma, mas não votou porque se declarou suspeito
Ele foi o relator do inquérito até fevereiro de 2026. Ele deixou a função após revelar ser sócio de empresa que vendeu participação no Resort Tayayá a fundos ligados a Vorcaro. A revelação provocou pressão para seu afastamento.
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Gilmar Mendes é o atual decano do STF. Ele preside a Segunda Turma. Mendes foi indicado ao STF em 2002 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Já foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em 2006, e do próprio STF, entre 2008 e 2010.
Relator do caso, Mendonça foi o último a entrar no STF entre os ministros da Segunda Turma, em agosto de 2021, escolhido por Jair Bolsonaro.
Kassio Nunes Marques também foi indicado por Bolsonaro, em outubro de 2020. Nas eleições deste ano, ele será o presidente do TSE.
Luiz Fux é o mais novo membro da Segunda Turma, desde outubro de 2025. Indicado por Dilma Rousseff, ele deixou o Primeira Turma por conta de divergências com os colegas em relação ao julgamento do golpe e à condenação de Bolsonaro.




