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Assembleia Legislativa do Rio vota nesta segunda-feira se mantém prisão de Rodrigo Bacellar

CCJ se reúne às 11h para elaborar parecer sobre caso do presidente da Alerj, preso por supostamente vazar informações sigilosas de operação policial

Por Redação TMC | Atualizado em
Presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar olha para cima ao lado de outros deputados na mesa da assembleia
Câmera Fotográfica Ele é acusado de vazar informações sigilosas da Operação Zargun e orientar o deputado TH Joias a destruir provas. (Foto: Reprodução/Instagram)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) se reúne nesta segunda-feira (8/12) para elaborar um Projeto de Resolução sobre o caso do presidente da casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), que foi preso.

O encontro está agendado para as 11h, seguido de votação em plenário às 15h, quando os 69 deputados estaduais decidirão sobre a manutenção ou revogação da prisão.

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Durante a reunião da CCJ, os sete integrantes escolherão um relator para elaborar o parecer sobre a situação de Bacellar. O documento indicará o posicionamento da comissão quanto à permanência ou liberação do parlamentar.

O presidente da Alerj foi detido na Superintendência da Polícia Federal do Rio durante a Operação Unha e Carne. Ele é acusado de vazar informações sigilosas da Operação Zargun e orientar o deputado TH Joias a destruir provas. Bacellar nega todas as acusações.

A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Para que a detenção seja revogada, serão necessários no mínimo 36 votos favoráveis dos parlamentares na sessão plenária.

A CCJ havia programado uma primeira reunião para a última sexta-feira, mas o encontro foi adiado. O presidente da comissão, deputado Rodrigo Amorim (União Brasil), justificou a decisão com base no artigo 268-B do regimento interno, que garante à defesa um prazo de até 48 horas para apresentar suas alegações, orais ou escritas.

Na Alerj, avalia-se que sem a concessão desse prazo, o processo poderia ser contestado posteriormente por cerceamento de defesa. O adiamento não alterou o calendário previsto, já que o plenário pode votar o tema na própria segunda-feira.

Se não houver unanimidade na CCJ pela manutenção da prisão, a comissão elaborará e votará um Projeto de Resolução indicando seu posicionamento sobre Bacellar permanecer preso e afastado do mandato. Este parecer representa a posição formal da comissão sobre a decisão judicial.

A CCJ é formada por sete deputados: Rodrigo Amorim (União Brasil), presidente; Fred Pacheco (PMN), vice-presidente; além dos membros Chico Machado (SDD), Luiz Paulo (PSD), Alexandre Knoploch (PL), Elika Takimoto (PT) e Vinícius Cozzolino (União Brasil).

No plenário, o Projeto de Resolução elaborado pela CCJ funciona apenas como recomendação, não sendo os parlamentares obrigados a segui-lo. A decisão final sobre a manutenção ou revogação da prisão de Bacellar será tomada pelos 69 deputados estaduais durante a sessão plenária das 15h desta segunda-feira.

Leia mais: Supremo Tribunal Federal julga último grupo de acusados da trama golpista

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