Funcionários da Enel são detidos por suspeita de cobrar propina em Diadema

Três terceirizados teriam exigido pagamento para restabelecer energia em condomínio após temporal que deixou 1,3 milhões sem luz em SP

Por Redação TMC | Atualizado em
Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) declarou que espera a conclusão do processo de caducidade da Enel SP em cinco meses.(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Três funcionários terceirizados da Enel foram detidos pela Polícia Militar por suspeita de exigir pagamento para restabelecer energia elétrica em um condomínio em Diadema, na Região Metropolitana de São Paulo. A detenção ocorreu na quinta-feira (11/12), um dia após o forte vendaval que atingiu a região. Atualmente, mais de 1,3 milhões de imóveis na área metropolitana paulista ainda permanecem sem fornecimento de energia.

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Uma equipe policial compareceu ao local, abordou os três funcionários e os encaminhou ao 3º Distrito Policial de Diadema para prestarem esclarecimentos sobre o caso.

O episódio aconteceu em meio aos transtornos causados pelos temporais que afetaram a Região Metropolitana de São Paulo. Os vendavais, com rajadas que atingiram 100 km/h, foram provocados por um ciclone extratropical e deixaram inicialmente mais de 2,5 milhões de imóveis sem energia elétrica.

As autoridades não divulgaram informações sobre o valor que teria sido cobrado pelos funcionários, nem se houve pagamento efetivo por parte dos moradores do condomínio.

A Enel, em comunicado oficial sobre o incidente, afirmou que “os serviços de atendimento a emergências, como reparos na rede da distribuidora para restabelecimento de energia, não estão sujeitos a cobrança individual ao cliente.”

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A empresa também destacou em sua nota que “qualquer exigência de pagamento para reparos na rede eletrica da distribuidora, para restabelecimento de energia, está fora das regras de conduta da companhia. Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato com os canais de atendimento da Enel São Paulo”.

A investigação sobre o caso deve continuar após o depoimento dos funcionários detidos.

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