A Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de Mpox na capital gaúcha em 2026. O diagnóstico foi anunciado nesta terça-feira (17/02), elevando para 12 o total de ocorrências da doença desde o início de 2025. A infecção, causada por um vírus do mesmo grupo da varíola, aconteceu fora do município, segundo as autoridades sanitárias.
Em 2025, Porto Alegre contabilizou 11 casos confirmados de Mpox. O novo diagnóstico representa a primeira ocorrência deste ano na cidade, capital do Rio Grande do Sul.
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A prefeitura não divulgou informações sobre o estado de saúde do paciente nem detalhes sobre o local específico onde ocorreu a contaminação.
A transmissão do Mpox ocorre principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva de pessoas infectadas, conforme explicado pelas autoridades sanitárias locais.
Com a confirmação do caso, a administração municipal intensificou as orientações preventivas, especialmente durante o período de Carnaval. Entre as recomendações estão a higienização frequente das mãos, evitar compartilhamento de objetos pessoais e o uso de máscaras.
As autoridades municipais enfatizam que a prevenção deve começar antes da folia carnavalesca. Recomendam que as pessoas examinem a própria pele para verificar a presença de bolhas ou feridas e, caso identifiquem lesões suspeitas, procurem imediatamente uma unidade de saúde.
Além disso, aconselham evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões na pele. Os sintomas que merecem atenção incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e ínguas, seguidos do surgimento de lesões cutâneas.
