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Argentina aumenta salários no Executivo, mas mantém Milei “congelado”

Reajuste beneficia altos funcionários do Executivo que perderam 60% do poder aquisitivo

Ministros e funcionários de alto escalão do Poder Executivo da Argentina receberão aumento salarial após dois anos de congelamento. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (2) no Diário Oficial do país. A medida não inclui o presidente Javier Milei nem a vice-presidente Victoria Villarruel, que manterão seus vencimentos atuais.

O documento oficial não especifica os percentuais de reajuste nem os novos valores que serão aplicados aos beneficiados. Este é o primeiro aumento salarial autorizado desde que Milei assumiu a presidência em dezembro de 2023, quando iniciou uma política de contenção de gastos públicos.

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Segundo o decreto, a decisão de reajustar os salários foi fundamentada nos avanços econômicos obtidos pela atual administração, principalmente na redução da inflação. O texto também condiciona o aumento à manutenção do superávit fiscal.

De acordo com o jornal La Nación, os salários dos funcionários públicos argentinos perderam cerca de 60% de seu poder aquisitivo durante o período de congelamento. Atualmente, o presidente recebe um salário bruto de 4.066.018 pesos argentinos, equivalente a R$15.000 na cotação atual. A vice-presidente ganha 3.764.820 pesos (aproximadamente R$14.000).

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Os ministros, principais beneficiados pela medida, têm salário bruto de 3.584.006 pesos argentinos (cerca de R$13.300). Secretários recebem 3.282.709 pesos (R$12.200), enquanto subsecretários ganham 2.981.513 pesos (R$11.000).

O congelamento salarial implementado anteriormente fez parte da política de redução de gastos e diminuição do setor público adotada pelo governo Milei desde o início de sua gestão.

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