IPCA 2025: Vitória foi a capital mais cara e Campo Grande, a mais barata; veja ranking

Porto Alegre e São Paulo aparecem logo atrás de Vitória como as cidades mais caras do país, na inflação acumulada de 2025

Por Édrian Santos | Atualizado em
Inflação acumulada em 2025 fica dentro do intervalo da meta, diz IBGE. (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)

A inflação de 4,26%, no acumulado de 12 meses e dentro do intervalo da meta (4,5%), reflete o alívio no bolso do brasileiro em 2025. Algumas regiões ficaram acima desse teto, enquanto outras ficaram num patamar bem menor. Por exemplo, Vitória foi a capital mais cara (4,99%), enquanto Campo Grande foi a cidade mais barata (3,14%).

Os dados foram divulgados pelo IBGE na última sexta-feira (09/01). O resultado da média nacional está abaixo aos 4,83% registrados no ano anterior.

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Porto Alegre (4,79%) e São Paulo (4,78%) aparecem logo atrás de Vitória como as cidades mais caras do país em 2025. A seguir, veja o ranking montado pela TMC das 17 regiões pesquisadas pelo IBGE!

  • Vitória: 4,99%
  • Porto Alegre: 4,79%
  • São Paulo: 4,78%
  • Brasília: 4,72%
  • Aracaju: 4,49%
  • Recife: 4,33%
  • Brasil (Média): 4,26%
  • Goiânia: 4,12%
  • Fortaleza: 4,06%
  • Belo Horizonte: 3,97%
  • Curitiba: 3,84%
  • Salvador: 3,80%
  • Belém: 3,75%
  • Rio de Janeiro: 3,45%
  • Rio Branco: 3,27%
  • São Luís: 3,24%
  • Campo Grande: 3,14%

Alimentos mais baratos

No âmbito nacional, o destaque vai para o grupo de alimentação e bebidas, marcado por uma desaceleração de 7,69% em 2024 para 2,95% em 2025. A alimentação no domicílio registrou alta de apenas 1,43% no ano, com seis meses consecutivos de queda entre junho e novembro.

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Transporte mais caro

Por outro lado, o grupo dos transportes impulsionou a inflação de dezembro (0,74%). O destaque foi o aumento de 13,79% no transporte por aplicativo e de 12,61% nas passagens aéreas, item que exerceu o maior impacto individual no mês.

Os combustíveis subiram 0,45% em dezembro, com destaque para o etanol (2,83%) e a gasolina (0,18%), enquanto o óleo diesel registrou queda.

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