A advogada Jordana Morais, participante da Casa de Vidro do Big Brother Brasil (BBB) 26 e escolhida para participar do reality, está sendo acusada de ter se autodeclarado negra em um concurso público do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
O documento que mostra o nome da advogada na lista de candidatos cotistas de um processo seletivo realizado em 2015 começou a circular nas redes após usuários da internet começarem a investigar a vida dos participantes do reality.
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Na época do concurso, Jordana tinha 18 anos e concorria ao cadastro de reserva nos cargos de analista judiciário e técnico judiciário, que exigia apenas ensino médio completo. Ao analisar o documento, é possível achar o nome Jordana Ribeiro Morais, seguido de seu CPF.
Em abril do ano passado, a participante do reality foi exonerada do cargo de Assistente Técnico de Gabinete Adjunto do União Brasil, na Câmara dos Deputados, como mostra um boletim administrativo da Câmara publicado em abril do ano passado. No reality, ela se apresentou como advogada e modelo.
Até o momento da publicação desta reportagem, a equipe da participante não se manifestou sobre as acusações.
Essa não é a primeira vez que um participante do BBB branco é acusado de usar cotas raciais indevidamente. O vice campeão do BBB 24, Matheus Amaral, conhecido como Alegrete, também enfrentou controvérsias sobre uso de cotas raciais para ingressar em uma instituição de ensino superior em 2014.
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