O zagueiro Dória foi apresentado como o terceiro reforço do São Paulo para 2026 nesta terça-feira (13/01), no CT da Barra Funda. Aos 31 anos, o defensor retorna ao Tricolor após passagens por clubes da França, Espanha, Turquia e México desde que deixou o clube paulista em 2015.
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Durante a entrevista coletiva, o jogador destacou a impossibilidade de recusar a proposta são-paulina.
“Não tem como falar não para um clube como o São Paulo. Essas outras questões (políticas) não correspondem muito a mim. Minha questão é trabalhar, jogar futebol e fazer meu melhor para ter resultado positivo. No futebol, tudo se resolve com resultado positivo”, declarou o zagueiro.
Antes de Dória, o São Paulo já havia anunciado o goleiro Carlos Coronel e o volante Danielzinho como reforços para a atual temporada. O retorno ao CT da Barra Funda despertou sentimentos especiais no jogador.
“Foi muito legal. Uma sensação que eu não sabia que eu precisava até sentir. Ver esse cara (assessor de imprensa) que já está aqui há 50 anos (risos). Sou muito feliz por chegar e ver o pessoal, ver o pessoal da limpeza, do restaurante, o fotógrafo que está ali atrás. É uma felicidade tremenda. Não sabia que eu precisava sentir isso até voltar”, afirmou Dória.
O defensor elogiou a infraestrutura do clube paulista, afirmando ser “de igual para igual” com clubes da Europa.
“Para mim, desde o dia que cheguei aqui não faltou nada. A estrutura que tem o São Paulo é covardia. Até comparando… As melhorias que fizeram, vestiário, as instalações. É de igual para igual para qualquer time da Europa. Para a gente não falta nada”, disse o jogador.
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Sobre a atual crise política do São Paulo, com o Conselho Deliberativo marcando para sexta-feira (16/01) uma reunião para votar o impeachment do presidente Julio Casares, investigado pela Polícia Civil, Dória comparou com situações vividas anteriormente.
“São coisas que acontecem e são normais no mundo do futebol. Aconteceu comigo no Botafogo. Último ano, de eleição. Repito, quem pode resolver isso são os jogadores. Dar resultado positivo. Não usar isso como uma desculpa. Quem erra e quem acerta, somos nós. Temos de estar concentrados no nosso trabalho”, declarou.
