A Polícia Militar apreendeu 297 kg de pasta base de cocaína dentro de um carro estacionado em uma marina de Cubatão, no litoral de São Paulo, no último domingo (18/1).
A droga, avaliada em cerca de R$ 32 milhões considerando o valor do quilo no continente europeu, estava equipada com rastreadores e flutuadores. A suspeita da polícia é de que a droga seria acoplada ao casco de um navio para transporte internacional.
Siga a TMC no WhatsApp e fique por dentro das últimas notícias do Brasil e no mundo
Abordagem e investigação
Os policiais receberam informações durante um patrulhamento de que um veículo estaria transportando o entorpecente. Diante da denúncia, a equipe iniciou as buscas pelo bairro. Após consulta ao sistema Muralha Paulista, os militares conseguiram os dados do cadastro e do responsável pelo carro.
O suspeito foi localizado entrando em outro veículo acompanhado de dois homens. O trio foi abordado, mas nada foi encontrado. Todos foram qualificados e liberados.
Os policiais continuaram as buscas. Na casa do suspeito, eles foram informados de que o homem costumava frequentar uma marina na região. Com isso, a equipe se deslocou até o endereço, onde encontrou o veículo da denúncia estacionado.
Material apreendido na marina
Na marina indicada, os policiais encontraram o Chevrolet Tracker estacionado. Dentro do veículo estavam 255 tijolos de pasta base de cocaína, que totalizaram os 297 kg apreendidos.
Além da droga, foram encontrados equipamentos para o transporte marítimo: balões, rastreadores, cordas e três flutuadores. Estes materiais confirmam a hipótese de que a cocaína seria fixada no casco de uma embarcação para ser transportada ao exterior.
As autoridades ainda não divulgaram informações sobre o destino final da droga ou quais países estariam envolvidos na rota de tráfico.
Um dos homens que havia sido abordado anteriormente junto ao suspeito principal foi localizado na marina e acabou detido. Ele foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça.
O caso foi registrado como tráfico de drogas e associação criminosa na Delegacia de Cubatão. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema de tráfico internacional.
