Durante o Papo de Craque TMC 2º Tempo, o jornalista Marco Bello trouxe informações sobre o Corinthians, destacando uma mudança positiva na assessoria de imprensa do clube. Pela primeira vez em um longo período, o técnico Dorival Júnior dará uma entrevista coletiva fora dos dias de jogo.
As coletivas pós-jogo, destaca Bello, costumam ser limitadas a questões táticas imediatas, enquanto entrevistas durante a semana permitem que os jornalistas questionem sobre planejamento, contratações e questões administrativas. Dorival deverá falar sobre contratações para esta temporada, o título da Supercopa do Brasil e o planejamento para 2026.
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Um dos temas mais polêmicos do momento é o paradeiro do venezuelano José Martínez. Os comentaristas ironizaram a ausência do jogador, que já está há mais de um mês sem se reapresentar ou dar explicações satisfatórias ao clube.
O apresentador Benja e os demais integrantes criticaram a postura de Martínez, mencionando que ele chegou a postar celebrações de títulos nas redes sociais enquanto estava em litígio com o Corinthians, o que teria minado completamente o clima para sua permanência no Parque São Jorge.
Veto à contratação de Kayky
Outra notícia relevante foi o encerramento das negociações do Corinthians com o atacante Kayky, do Bahia. Segundo Marco Bello, o clube desistiu do negócio por uma questão de princípios institucionais: o jogador é representado pelo mesmo empresário de Kauê Furquim, jovem da base que deixou o Corinthians de forma conturbada para o Bahia recentemente. Como retaliação à forma como o agente conduziu o caso anterior, a diretoria alvinegra optou por não realizar novos negócios com esse escritório.
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Transparência e coletivas nos clubes paulistas
O programa encerrou comparando o acesso da imprensa nos grandes clubes de São Paulo. Foi mencionado que, no Santos, o acesso é geralmente aberto para jornalistas credenciados, enquanto no Palmeiras as coletivas de Leila Pereira foram criticadas por serem excessivamente longas e, por vezes, limitarem o número de perguntas dos repórteres devido ao tempo gasto nas respostas da presidente.
