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Arlindo Chinaglia avalia atuação do governo brasileiro ao condenar ataques ao Irã

Deputado afirmou que posicionamento atual segue a tradição da diplomacia do governo brasileiro

Arlindo Chinaglia, deputado e membro da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, conversou com a TMC sobre os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã ocorridos neste sábado (28/02).

O deputado avaliou a posição do governo brasileiro em condenar os as ações americanas e israelenses.

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É a posição tradicional da diplomacia brasileira e dos governos brasileiros, as exceções confirmam a regra, de que tem que respeitar a convenção da ONU. Porque isso [o ataque ao Irã] é uma grave violação do direito internacional. Ninguém tem o direito de invadir outro país. As Nações Unidas diz que o uso da força só é permitido em caso de legítima defesa imediata ou com expressa autorização do conselho de segurança, o que não tem”, afirmou, antes de afirmar concordar com o posicionamento do Brasil.

“Se os Estados Unidos, como qualquer outro país, começarem a invadir outros países por que não concorda com o sistema, o regime, evidentemente que vira uma barbárie. Seria a mais absoluta prevalência de quem tem a força. Acho que a posição do governo está correta“, completou o deputado.

Arlindo também avaliou a atuação do Itamaraty na tentativa de defender os cidadãos brasileiros que estão na região do conflito.

“É difícil a gente avaliar, porque a pessoa pode estar em um lugar onde está sendo alvo de ataques. De qualquer forma o governo tem que fazer o seu papel, que é o caso, de entrar para tentar localizar e inclusive tirar do país, que eu imagino que deve estar acontecendo. A gente não sabe como vai evoluir esse conflito, mas a reação do Irã também não foi pequena, atingindo bases militares americanas, inclusive no Bahrein. Tem que parar esse ataque e imediatamente fazer um acordo de não ataques, de respeito ao multilateralismo. Creio que as medias mais emergenciais já estão sendo tomadas.

Leia Mais: Reino Unido condena ataques no Oriente Médio e mobiliza aviões em operação defensiva

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