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Governador Tarcísio de Freitas aparece à frente em todas as simulações para SP, diz Datafolha

A pesquisa ouviu 1.608 eleitores em 71 municípios paulistas entre 3 e 5 de março, testando 4 cenários de primeiro turno e 4 de segundo turno

Por Redação TMC | Atualizado em
Imagem colorida de Tarcisio de Freitas
Câmera Fotográfica (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece à frente em todas as simulações eleitorais para o governo de São Paulo. O Datafolha realizou o levantamento entre os dias 3 e 5 de março. O instituto ouviu 1.608 eleitores em 71 municípios paulistas.

A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026.

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Cenários de primeiro turno

O Datafolha testou quatro cenários diferentes de primeiro turno. Tarcísio registra percentuais entre 44% e 49% das intenções de voto em todas as simulações.

No primeiro cenário estimulado, com cinco nomes, o governador marca 44%. O ministro Fernando Haddad (PT) aparece com 31%. O ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) registra 5%. O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil) também obtém 5%. O comentarista Felipe D’Avila (Novo) marca 3%. Brancos ou nulos somam 11%. Indecisos representam 1%.

O governador tem melhor desempenho entre homens (49%) do que entre mulheres (39%). Entre eleitores com 60 anos ou mais, Tarcísio atinge 52%. Na faixa de 16 a 24 anos marca 30%. Entre evangélicos, o percentual é de 54%. Entre católicos, 44%.

Haddad apresenta vantagem entre mulheres (34%) em relação aos homens (27%). Entre católicos, o ministro marca 32%. Entre evangélicos, 21%. Entre funcionários públicos, Haddad alcança 48%. Entre empresários registra 23%. Entre donas de casa, 24%.

No interior do estado, Tarcísio tem 47% das intenções de voto contra 28% de Haddad. A diferença é de 19 pontos percentuais. Na Região Metropolitana de São Paulo, o governador marca 40%. O petista registra 34%.

No segundo cenário, com cinco nomes e Haddad substituído pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), Tarcísio lidera com 46%. Alckmin aparece com 26%. Serra registra 6%. Kataguiri marca 5%. D’Avila obtém 3%. Brancos ou nulos somam 13%. Indecisos representam 2%.

No terceiro cenário, com a inclusão do ministro Márcio França (PSB), Tarcísio marca 44% das intenções de voto. Haddad tem 28%. França registra 5%. Kataguiri obtém 4%. Serra marca 4%. D’Avila registra 2%. Brancos ou nulos somam 11%. Indecisos representam 1%.

No quarto cenário, com cinco nomes e a substituição de França, Haddad e Alckmin pela ministra Simone Tebet (MDB), Tarcísio aparece com 49% das intenções de voto. Tebet registra 19%. Serra marca 7%. Kataguiri obtém 4%. D’Avila registra 3%. Brancos ou nulos são 15%. Indecisos somam 2%.

Simulações de segundo turno

O Datafolha testou quatro possibilidades de segundo turno. Tarcísio vence todos os adversários apresentados aos entrevistados. As margens variam de 10 a 38 pontos percentuais.

Na disputa entre Tarcísio e Haddad, o governador vence o ministro por 52% a 37%. Brancos ou nulos são 10%. Indecisos representam 1%.

O governador tem maior vantagem sobre o ministro entre os homens (57% a 34%). Entre os que têm 60 anos ou mais, Tarcísio marca 57% contra 35% de Haddad. Entre os que têm renda familiar mensal superior a dez salários mínimos, o governador registra 64% contra 27% do ministro. Entre os moradores do interior, Tarcísio obtém 57% contra 32% de Haddad. Entre os evangélicos, o governador marca 64% contra 26% do ministro.

Entre os eleitores de 16 a 24 anos, Haddad tem 43% das intenções de voto. Tarcísio registra 45%. Entre os moradores da Região Metropolitana de São Paulo, Haddad tem 42%. Tarcísio marca 46%. Entre os autodeclarados pretos, o ministro aparece com 43%. O governador registra 44%.

No cenário com Tarcísio e Alckmin, o governador derrota o vice-presidente por 50% a 39%. Brancos ou nulos somam 10%. Indecisos representam 1%.

Na disputa entre Tarcísio e França, o primeiro vence o segundo por 60% a 22%. Brancos ou nulos são 17%. Indecisos representam 1%.

No cenário entre o governador e Tebet, Tarcísio derrota a ministra por 58% a 28%. Brancos ou nulos são 12%. Indecisos somam 2%.

Pergunta espontânea e conhecimento dos candidatos

Na pergunta espontânea, quando nenhum nome é apresentado ao entrevistado, 59% dos eleitores afirmaram não saber em quem vão votar. Tarcísio obteve 22% das menções espontâneas. Outros 3% citaram “o atual governador”. Haddad registrou 2%. O ministro obteve o mesmo percentual em levantamento de abril de 2025.

Sobre o grau de conhecimento dos possíveis candidatos, 50% dos entrevistados disseram conhecer bem Haddad. O percentual de Tarcísio ficou em 47%. Alckmin, que governou São Paulo quatro vezes, é conhecido muito bem por 54% dos eleitores. Tebet, que é do Mato Grosso do Sul, tem reconhecimento de 22%.

Rejeição dos candidatos

Haddad é o nome mais citado (38%) quando o Datafolha pergunta em qual dos possíveis candidatos o entrevistado não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição. Alckmin aparece com 29%. Tebet registra 27%. Kataguiri marca 25%. Tarcísio obtém 24%.

França registra 20% de rejeição. Paulo Serra marca 19%. D’Avila obtém 18%. Uma parcela de 3% rejeita todos os candidatos. Outros 3% votariam em qualquer um deles. Outros 3% não opinaram.

Haddad tem taxas de rejeição acima da média entre os homens (44%). Entre os que têm renda familiar mensal de mais de 10 salários mínimos, a rejeição ao ministro é de 59%. Entre os evangélicos, 45%. Entre os que reprovam o governo Lula, 60%. Entre os que pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL) para presidente, 65%.

Tarcísio tem rejeição mais alta entre os mais instruídos (33%). Entre os moradores da Região Metropolitana de São Paulo, 29%. Entre os funcionários públicos, 52%. Entre os que aprovam o governo Lula, 44%. Entre os que pretendem votar no petista na eleição presidencial, 50%.

Definição de candidatura

O grupo político do presidente Lula ainda não definiu quem será o candidato ao governo de São Paulo. Haddad não decidiu se será candidato. O instituto avaliou o desempenho de diferentes nomes ligados ao presidente. O ministro obteve resultados superiores aos do vice-presidente Alckmin, da ministra Tebet e do ministro França.

Em 2022, Haddad e Lula venceram na capital paulista. No interior, Tarcísio derrotou o atual ministro da Fazenda.

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