O litoral do Rio de Janeiro e de São Paulo enfrenta forte ressaca marítima neste fim de semana. As ondas alcançam até 3 metros, com picos de 3,7 metros. Simultaneamente, Rio Grande do Sul e Santa Catarina aguardam a chegada de uma frente fria no domingo, que trará chuva à região.
A agitação marítima persiste desde o dia 8 de abril. Há risco de invasão de água em calçadões e avenidas costeiras. Possíveis danos a quiosques e arraste de areia também são esperados. A previsão indica que a ressaca deve durar até a noite de sábado, 11 de abril.
No Sudeste, o tempo permanece firme com sol predominando no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em Minas Gerais, a maior parte do território mantém céu claro. Precipitação isolada ocorre apenas na porção nordeste do estado. O Espírito Santo concentra maior cobertura de nuvens, com previsão de pancadas rápidas nas áreas litorâneas.
As temperaturas apresentam manhãs amenas. A elevação térmica ocorre ao longo do dia. A instabilidade perdeu intensidade em relação aos dias anteriores. A entrada de umidade proveniente do oceano provoca chuva fraca, passageira e mal distribuída. No interior, o tempo permanece mais seco, com maior amplitude térmica característica do outono.
Frente fria se forma no Sul entre sábado e domingo
No Sul, o sábado registra instabilidade localizada. A chuva concentra-se no oeste de Santa Catarina e no noroeste do Rio Grande do Sul. Áreas de baixa pressão atuam sobre essas regiões.
A mudança mais expressiva ocorrerá entre a noite de sábado e a madrugada de domingo. Uma frente fria se formará na região nesse período. A precipitação ficará mais organizada.
O domingo trará aumento das áreas de chuva. A precipitação avançará também sobre o Paraná e Mato Grosso do Sul. Pancadas mais intensas são possíveis em alguns momentos.
No Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical mantém áreas de instabilidade. No sábado, a chuva ficará mais concentrada no noroeste do Maranhão. No domingo, a precipitação voltará a intensificar também em partes do Piauí e do Ceará.
Os volumes significativos atingem principalmente o norte do Maranhão. Os efeitos também alcançam o Piauí e o Ceará. Andrea Ramos alerta sobre os impactos:
Na região Norte, a Zona de Convergência Intertropical provoca volumes significativos no norte do Pará e no Amapá. As pancadas atingem Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Amapá. A precipitação avança também para o norte de Mato Grosso.
O padrão seguirá com pancadas frequentes entre a tarde e a noite. O calor e a alta umidade impulsionam a formação das chuvas.




