Saiba quem é a ex-modelo brasileira que diz ter provas contra Trump e Melania no caso Epstein

Publicações nas redes sociais levantam novas acusações e geram reação da defesa da primeira-dama

Por Agência JAGR | Atualizado em
Na foto há Donald Trump do lado de sua esposa. Trump usa um smoking e Melania uma calça prata.
(Foto: Reprodução/ Instagram/melaniatrump)

Na última quinta-feira (09/04), a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, negou ter qualquer tipo de vínculo com Jeffrey Epstein e afirmou que ela e seu marido não se conheceram por intermédio do criminoso. Segundo ela, “as mentiras que me ligam ao vergonhoso Jeffrey Epstein precisam acabar hoje.”

Entretanto, em resposta à ex-modelo brasileira, Amanda Ungaro, de 41 anos, por meio das redes sociais, diz ter provas e conhecimento de quem realmente Donald e Melania Trump são.

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O que a ex-modelo falou

Ungaro afirmou que pretende desmascarar tanto Trump quanto Melania. Inclusive chamou o presidente dos Estados Unidos de “pedófilo” e disse que levará o caso à Justiça. As publicações foram posteriormente apagadas. Além disso, a ex-modelo também mencionou possuir informações que, segundo ela, poderiam expor conexões ainda não esclarecidas.

Vou destruir seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Vou até o fim — não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei sobre quem você é e quem é o seu marido. Não tenho mais nada a perder na minha vida. […] Tome cuidado comigo”, escreveu o perfil de Ungaro no X.

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Declarações nas redes e resposta da defesa

Nos conteúdos divulgados, Ungaro criticou diretamente Melania Trump, alegando uma relação de longa data entre elas. Segundo a brasileira, a ex-primeira-dama teria conhecimento de episódios envolvendo sua vida pessoal, incluindo um período em que esteve sob custódia de autoridades migratórias nos Estados Unidos.

Eu te conheço há 20 anos. Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida — todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive mandando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Claramente havia algo errado, mas não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então, o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou — porque eu tenho caráter”, revelou Amanda.

Em resposta, a equipe de Melania negou qualquer envolvimento nas situações citadas e afirmou que ela não possui ligação com os problemas enfrentados pela ex-modelo. A defesa também destacou que não há contato recente entre as partes, apesar de uma eventual convivência no passado.

Histórico e controvérsias envolvendo o caso

O episódio também trouxe à tona relatos antigos de Ungaro sobre uma viagem realizada no início dos anos 2000, quando afirmou ter tido contato indireto com o ambiente frequentado por Epstein e pessoas próximas a ele, como Ghislaine Maxwell. Essas declarações já haviam sido mencionadas anteriormente em entrevistas, mas voltaram a circular com as novas acusações.

Paulo Zampolli e a sua ex-esposa e ex-modelo Amanda Ungaro. (Foto: Reprodução Instagram paolozampolli)

Simultaneamente, a ex-modelo enfrenta disputas judiciais nos Estados Unidos relacionadas à guarda de seu filho e a denúncias de violência doméstica envolvendo seu ex-marido, o empresário italiano Paolo Zampolli.

Segundo informações publicadas pelo The New York Times, o empresário teria entrado em contato com um agente de imigração para que a brasileira fosse encaminhada a um centro de detenção. Ainda de acordo com o veículo, a expectativa seria de que ela pudesse posteriormente obter liberação mediante pagamento de fiança.

Além disso, o nome de Paolo Zampolli surge em diferentes momentos nos documentos ligados ao caso Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Apesar disso, ele nega qualquer proximidade com Epstein. O empresário também afirma ter sido o responsável por apresentar Melania Trump a Donald Trump e declarou estar disposto a depor no Congresso para esclarecer as circunstâncias em que o casal se conheceu.

Caso Epstein

Os chamados “Arquivos de Epstein” reúnem milhões de documentos, incluindo registros do FBI, depoimentos e provas coletadas ao longo de investigações sobre tráfico sexual, sobretudo contra menores de idade. Parte desse material já foi divulgada, mas ainda existem dados sob sigilo, o que alimenta especulações.

Epstein, que construiu fortuna no mercado financeiro, mantinha relações com figuras influentes. Ele foi acusado por diversas vítimas de abuso sexual, incluindo menores, e chegou a cumprir pena reduzida antes de ser novamente investigado. Preso em 2019, morreu na cadeia enquanto aguardava julgamento, com a morte classificada como suicídio.

Os “arquivos de Epstein” citam grandes nomes como Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, Príncipe Andrew, o próprio Donald Trump, além de celebridades como Mick Jagger e Michael Jackson.

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