O que se viu no vestiário do Atlético MG antes do jogo de ontem contra o Flamengo mostra que as SAFs não são por si só sinônimo de organização e profissionalização no futebol brasileiro.
Hulk, maior ídolo do Galo, concentrou, participou da preleção do treinador, foi para o estádio e, quando ia trocar de roupa para entrar em campo, decidiu não jogar porque está se transferindo para o Fluminense.
Isso jamais poderia ter acontecido num regime profissional. Se havia alguma negociação e, portanto, a possibilidade dele sair, isso teria que ser resolvido antes, no seu devido tempo.
O time foi claramente afetado pela situação. Entrou em campo desligado, não viu a bola e tomou de quatro. A incompetência da diretoria na gestão do problema foi fundamental para o vexame do time durante a partida.
É importante que as pessoas entendam, portanto, que saf serve para alguns clubes e não para todos. E que a simples escolha por esse regime de gestão não garante nada. Incompetência é Incompetência e ponto final.