TSE lança Pilili, mascote das urnas eletrônicas, para aproximar jovens da democracia

Personagem foi apresentado em cerimônia que celebrou 30 anos do sistema eletrônico de votação no Brasil, com participação de estudantes

Por Redação TMC | Atualizado em
Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE
Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral apresentou Pilili como mascote oficial das urnas eletrônicas brasileiras. O lançamento ocorreu nesta segunda-feira (04/05), durante cerimônia que celebrou 30 anos do sistema eletrônico de votação no país. A iniciativa busca aproximar a Justiça Eleitoral do público jovem.

O personagem foi desenvolvido para fortalecer a comunicação entre a Justiça Eleitoral e a população. A criação seguiu a inspiração do Zé Gotinha, mascote das campanhas de vacinação no Brasil.

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A ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE, participou do evento. Ela ressaltou a importância de estimular a participação cidadã. A ministra destacou o papel das urnas eletrônicas na consolidação da democracia brasileira. Mencionou também o crescimento da presença feminina no processo eleitoral.

A programação começou às 14h. Alunos de escolas públicas e privadas participaram de palestras sobre o sistema eleitoral brasileiro. Os estudantes experimentaram o funcionamento das urnas eletrônicas. Conheceram o Museu do Voto, espaço que preserva a história das eleições no país.

Três décadas de votação eletrônica

As urnas eletrônicas substituíram o voto em papel em 1996. A transição trouxe maior rapidez na apuração dos resultados eleitorais. O Brasil possui aproximadamente 156 milhões de eleitores. O país se destaca por ter uma das maiores estruturas de votação informatizada do mundo.

A Justiça Eleitoral realiza auditorias e testes de segurança de forma constante. Os procedimentos incluem verificação pública dos equipamentos. Há testes de integridade e validação dos sistemas.

Antes do início da votação, a urna emite a “zerésima”. O documento comprova que não há votos registrados. Ao final, o Boletim de Urna apresenta o resultado da seção. O Registro Digital do Voto permite a conferência dos votos preservando o sigilo do eleitor. Partidos políticos e instituições podem acompanhar e fiscalizar todas as etapas do processo eleitoral.

O matemático Giuseppe Dutra Janino é um dos criadores da urna eletrônica. Ele afirma que o antigo voto em papel era lento. O sistema dependia de intervenção humana e gerava desconfiança. Em 30 anos, não há fraude comprovada no sistema eletrônico.

Mecanismos de segurança e combate à desinformação

O Tribunal Superior Eleitoral organizou a programação para explicar o funcionamento do sistema eletrônico de votação. Foram apresentados os recursos de segurança que garantem a integridade do processo eleitoral.

A iniciativa tem como objetivo enfrentar a desinformação. Visa fortalecer a confiança no sistema eleitoral brasileiro. O evento busca ampliar o conhecimento da população sobre o funcionamento das eleições no país.

O equipamento já passou por 14 versões desde sua implementação. Contém mais de 30 barreiras digitais de segurança. Os sistemas são auditados antes de cada eleição. Universidades, Polícia Federal e partidos participam das auditorias. O Tribunal Superior Eleitoral coordena os procedimentos.

Leia mais: STF rejeita revisão de pena de ‘Débora Batom’ condenada a 14 anos por atos de 8/1

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