Crise no TST: fala sobre “juízes azuis e vermelhos” gera embate entre ministros

Declaração do presidente da Corte gera reação de ministros e embate com Ives Gandra em plenário

Por Redação TMC | Atualizado em
Luiz Philippe Vieira de Mello Filho (esq.) e Ivo Gandres Filho
Luiz Philippe Vieira de Mello Filho (esq.) e Ivo Gandres Filho (Foto: Divulgação/TST e Jane de Araújo/Agência Senado)

A polêmica envolvendo o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, ganhou novo capítulo nesta segunda-feira (04/05), durante sessão da Corte, com troca de críticas entre ministros.

Após a repercussão de sua fala sobre uma suposta divisão entre juízes “azuis” e “vermelhos”, o magistrado foi questionado em plenário. O episódio culminou em uma discussão direta entre Vieira de Mello Filho e o ministro Ives Gandra, evidenciando o desconforto interno gerado pelas declarações.

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A manifestação inicial, feita em um evento, associava diferentes perfis de magistrados ao contexto de polarização política, o que foi visto por integrantes do tribunal como inadequado e prejudicial à imagem de imparcialidade do Judiciário.

Durante a sessão, ministros demonstraram incômodo com o teor da fala, e o debate expôs divergências públicas dentro da Corte trabalhista, algo incomum em julgamentos do tipo.

Diante da repercussão, o presidente tentou amenizar o episódio ao afirmar que se considera “cor-de-rosa”, numa tentativa de adotar uma posição conciliadora e reduzir a tensão entre os colegas.

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