Brasil faz história e lidera pela primeira vez ranking mundial do surfe no masculino e feminino

País domina elite após perna australiana e vive momento inédito com Gabriel Medina e Luana Silva no topo; vice de Luana na Gold Coast reforça fase da brasileira

Por Redação TMC | Atualizado em
Foto: Beatriz Ryder/WSL
Foto: Beatriz Ryder/WSL

O surfe brasileiro atingiu um feito inédito nesta semana. Após o encerramento da perna australiana da World Surf League, que realizou três etapas, o país passou a liderar simultaneamente o ranking mundial no masculino e no feminino, com Gabriel Medina e Luana Silva no topo.

É a primeira vez na história que o Brasil ocupa as duas primeiras posições gerais da elite mundial, consolidando uma geração que vem colecionando resultados expressivos e ampliando o protagonismo do país no cenário internacional.

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Os dois líderes da WSL ganharam o troféu da tríplice coroa australiana e, de quebra, levaram para a casa um carro de R$ 150 mil.

No masculino, Medina reafirma sua consistência e experiência em etapas decisivas e lidera o ranking com 17.205 pontos após três etapas. O domínio brasileiro se amplia com três atletas entre os cinco melhores do mundo: Miguel Pupo aparece na terceira colocação, com 16.640 pontos, enquanto Samuel Pupo é o quarto, somando 15.575.

Outros brasileiros também figuram entre os principais nomes do circuito. O atual campeão mundial, Yago Dora, ocupa a sexta posição, com 13.545 pontos. Já Ítalo Ferreira aparece em oitavo, com 12.725, enquanto Filipe Toledo fecha o top 10, com 10.405 pontos.

Já no feminino, o destaque fica por conta de Luana Silva, que coroou a ótima fase com o vice-campeonato na etapa de Gold Coas. A brasileira chegou à final com atuações seguras e confirmou o crescimento no circuito ao assumir a ponta do ranking mundial, alcançando 20.345 pontos, à frente da havaiana Gabriela Bryan, que soma 19.490.

O resultado na Austrália não apenas impulsionou Luana à liderança, como também simboliza a força renovada do surfe feminino brasileiro, que ganha cada vez mais espaço entre as melhores do mundo.

O momento histórico reforça o impacto da chamada “Brazilian Storm”, que agora se consolida também no feminino. Com talento, regularidade e competitividade, o país vive uma fase dourada no surfe mundial. O topo do ranking é verde e amarelo e, ao que tudo indica, veio para ficar.

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