A expectativa de que o ministro Bruno Dantas deixe, em breve, o Tribunal de Contas da União (TCU) já movimenta os bastidores de Brasília. A informação, apurada com exclusividade pela TMC, aponta para uma mudança iminente na Corte responsável por fiscalizar bilhões em recursos federais, com impacto direto sobre obras e contratos sensíveis do governo.
Embora a saída ainda não seja oficial, a articulação em torno da vaga altera o equilíbrio de poder na capital federal. O movimento ocorre em paralelo a outro cenário político antecipado pela TMC: a desistência do senador Rodrigo Pacheco de disputar o governo de Minas Gerais.
A decisão de Pacheco enfraquece o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo maior colégio eleitoral do país, peça-chave para as próximas eleições presidenciais. Sem um nome competitivo de peso, aumenta a pressão sobre o entorno do presidente para definir uma estratégia em Minas.
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