O Partido Liberal (PL) ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com representação contra a metodologia da pesquisa eleitoral divulgada pela Atlas nesta terça-feira (19). Segundo a legenda, o questionário foi estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência.
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De acordo com a coordenação jurídica da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, o instituto teria organizado perguntas sobre o Banco Master em sequência para criar uma narrativa acusatória. O partido alega que a estrutura do questionário utilizou técnicas psicológicas para influenciar as respostas dos entrevistados.
Segundo a representação apresentada ao TSE, o partido identifica problemas na ordem e no conteúdo das perguntas. A legenda argumenta que o questionário foi arquitetado de forma sequencial para associar o nome do senador a termos como fraudes financeiras e escândalo.
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“A sequência das perguntas, a forma de apresentação dos temas e o uso de associações entre o pré-candidato, Daniel Vorcaro e o Banco Master contaminam e induzem as respostas dos entrevistados, comprometendo a integridade dos resultados”, diz a nota enviada à imprensa.
O PL sustenta que a metodologia comprometeu a neutralidade do levantamento ao expor os entrevistados a uma sequência de informações negativas antes de perguntar sobre intenções de voto. O pedido apresentado ao TSE inclui solicitação de medida liminar para suspender a divulgação da pesquisa.




