O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negocia uma visita à Casa Branca para se reunir com o governo americano. Segundo fontes ligadas ao parlamentar, o convite partiu de Washington, mas ainda não há cronograma definido. A informação foi confirmada pela repórter Catielen de Oliveira, da TMC.
Flávio chegou a negar, nesta quinta-feira (21/5), durante um discurso no Congresso Nacional, que tenha pedido agenda com o republicano. Ao ser questionado sobre o encontro, o político garantiu: “Eu não pedi, eu não pedi nada”. Entretanto, segundo apurou a TMC, existe vontade por parte de Flávio.
A agenda teria sido articulada pelo ex-assessor de campanha Marcelo Lopes, afastado da equipe de campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na última quarta-feira (20/5). O irmão de Flávio, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), também participa da articulação.
Flávio Bolsonaro é pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL). A eventual ida à capital americana pode fortalecer sua imagem internacional antes da disputa eleitoral.
O secretário de Estado americano atua como canal de diálogo entre o senador brasileiro e o governo de Donald Trump. Rubio tem histórico de proximidade com lideranças conservadoras da América Latina.
A Casa Branca não se pronunciou oficialmente sobre o convite. Do lado brasileiro, assessores mantêm discrição sobre detalhes da possível viagem.
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Impacto político da articulação
Uma visita oficial a Washington pode render capital político ao senador do PL. O encontro sinalizaria alinhamento com a gestão republicana nos Estados Unidos.
Para o eleitorado brasileiro, a aproximação com Trump pode ser interpretada como reforço de credenciais conservadoras. A estratégia se insere no contexto de preparação para a corrida presidencial.
Enquanto a agenda não se concretiza, Flávio Bolsonaro segue suas atividades no Senado Federal. A confirmação da viagem depende de acertos entre as equipes dos dois países.
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