O senador e pré-candidato ao governo do Paraná, Sergio Moro (PL), afirmou, nesta sexta-feira (22/05), em entrevista ao programa TMC 360, que “o PT tem fetiche por corrupção” ao comentar sobre sua presença na coletiva de Flávio Bolsonaro (PL) e as investigações de casos de corrupção recentes.
Durante a entrevista, Moro disse que assinou o pedido de CPMI do Banco Master e acusou o PT de blindar investigações. “Eu assinei a CPMI do Banco Master. Quem obstaculizou a implementação e sempre foi contra foi o PT. Agora estão com um discurso diferente”, declarou.
O senador também afirmou que participou da CPMI do INSS para investigar o que classificou como “o crime mais vergonhoso”, em referência ao suposto esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.
“Eu estava na CPMI do INSS, nós estávamos apurando o crime mais vergonhoso, que foi o roubo dos aposentados e pensionistas do INSS. Surgiram, no curso das investigações, suspeitas do envolvimento do Lulinha, filho do Lula”, afirmou.
Segundo Moro, parlamentares da base governista teriam atuado para impedir o avanço das investigações.
“Requeremos diligências para apurar os fatos e a base do governo atuou para que não fosse adiante. E, semana passada, tivemos a notícia de que o delegado que investigava foi substituído, sem maiores explicações. Temos que acabar com esse governo que permitiu que a roubalheira voltasse”, disse.
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O senador ainda afirmou que integrantes do PL defenderam o aprofundamento das investigações em diferentes casos. “Da parte do PL, do Flávio Bolsonaro, sempre requeremos as diligências necessárias para apuração de todos os casos, inclusive do Banco Master”, completou.




