Troca de fralda, mãe de bebê reborn e mais: como justiça trabalhista ficou superlotada?

Segundo dados da Base Nacional de Dados do Poder Judiciário aumento é de 70%

Por Redação TMC | Atualizado em
(Valter Campanato/Agência Brasil)


Segundo dados da Base Nacional de Dados do Poder Judiciário, em 2020 mais de 3.283.900 processos foram julgados na justiça trabalhista, contra 5.601.411 de 2024. Isso representa um aumento de quase 70% em apenas quatro anos, sendo muito desses casos considerados como “motivos torpes”.

Um dos acontecimentos mais emblemáticos da história recente do judiciário aconteceu em Salvador. Uma mulher pediu indenização alegando que a empresa em que trabalhava não permitiu que ela tirasse “licença maternidade” para cuidar de um bebê reborn.

Outra ocorrência que chama a atenção é do monitor de uma creche que exigiu indenização por “insalubridade” alegando ser obrigado a trocar fraldas e ensinar crianças a usar o vaso sanitário.

Teve também os casos de um funcionário que processou a empresa por “não ter lhe dado parabéns” no dia do aniversário, e até o ingresso de uma companhia contra uma colaboradora por “peidar de mais”.

O relatório Geral da Justiça do Trabalho apontou também que os valores pagos aos ingressantes das ações superou os R$ 50 bilhões no ano passado. Entre as maiores demandas das novas ações estão o comércio (13%), a indústira (20,6%) e os serviços diversos (27,9%).

(Matéria em atualização)

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