O nome da atriz, Isis Valverde virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais na última terça-feira (15/06) após o jornalista Daniel Nascimento, do portal O Dia, revelar detalhes de um processo judicial envolvendo a atriz e uma ex-funcionária.
Segundo as informações, o processo trabalhista movido por uma ex-cozinheira contra Isis já chegou ao fim com um acordo judicial de R$ 30.000 entre as partes. O valor é bem menor do que os R$ 385.233,56 pedidos na petição inicial.
De acordo com as alegações da ex-funcionária na petição, ela teria sido contratada em 18 de março de 2014 e cumpria turnos superiores a 12 horas diárias, os intervalos para descanso e refeição não passavam de 20 minutos.
O acordo foi firmado e os valores foram parcelados em 6 vezes, de R$5 mil mensais, totalizando os R$ 30.000.
Mas por que o acordo foi fechado no valor de R$ 30 mil?
Após a repercussão nas redes sociais, que trouxe críticas à imagem pública da atriz. O advogado Ricardo Brajterman, responsável pela defesa de Isis, negou para a Veja as irregularidades apontadas.
Segundo ele, a própria aceitação do acordo enfraquece as acusações. “Fossem verídicas as acusações, obviamente a autora buscaria o valor que pediu e não fecharia um acordo em R$ 30.000,00”, afirmou Brajterman.
A equipe jurídica também argumentou que Isis Valverde ficava frequentemente fora de sua residência no Rio de Janeiro por causa de gravações e compromissos em outras cidades. Isso tornaria inviável, segundo a defesa, a jornada descrita na petição.
Além disso, conforme a defesa, a ex-funcionária recebeu benefícios extras ao longo do vínculo empregatício, incluindo auxílio para curso e moradia.
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