Tribunal dos EUA decide que Ohio pode restringir o uso de redes sociais por crianças

Por 2 votos a 1, tribunal federal de apelações derrubou decisão anterior e liberou Ohio para exigir autorização dos pais a menores de 16 anos que desejem acessar redes sociais

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Bandeira do Reino Unido, ícones de aplicativos de redes sociais e a silhueta de crianças aparecem nesta ilustração produzida em 15/06/2026
(Foto: Dado Ruvic/Ilustração/Reuters)

Um tribunal federal de apelações dos EUA abriu caminho na quinta-feira para que Ohio implemente uma lei que exige que empresas de redes sociais, incluindo o Instagram, da Meta, obtenham consentimento dos pais antes de permitir que crianças menores de 16 anos usem suas plataformas.

Por 2 votos a 1, um painel do 6º Tribunal Federal de Apelações dos EUA, sediado em Cincinnati, derrubou uma decisão de instância inferior que havia suspendido a lei a pedido do NetChoice, grupo setorial que representa a indústria de tecnologia. O painel concluiu que a lei não violava as proteções à liberdade de expressão previstas na Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

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O caso de Ohio é um de uma série de contestações judiciais que o NetChoice vem movendo para impedir que estados implementem leis que, segundo as autoridades, são necessárias para proteger as crianças dos riscos à saúde mental representados pelas redes sociais.

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