Kane, Mbappé e Rodríguez ganham patches especiais na Copa 2026

Artilheiros de edições anteriores usam marcas exclusivas nas camisas; Fifa planeja leiloar versões autografadas a partir de 2030

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Harry Kane chega à Copa do Mundo de 2026 com uma marca que poucos têm: um patch preto e dourado abaixo do escudo da competição na camisa da seleção da Inglaterra. O detalhe não é só estético. Ele reconhece o feito do atacante como artilheiro do Mundial de 2018, quando balançou as redes seis vezes. Kane também é o maior goleador da história da seleção inglesa, segundo a Redação do ge.

A iniciativa faz parte de uma ação da Fifa para valorizar momentos e conquistas individuais ao longo da história da Copa. Nesta edição, patches especiais marcam diferentes tipos de feito: há distinções para estreantes, vencedores da Bola de Ouro, da Luva de Ouro e para jogadores considerados lendas do torneio.

Mbappé, James e os artilheiros históricos

Kylian Mbappé e James Rodríguez também entram em campo com essas marcas nas camisas. Mbappé foi o melhor marcador da Copa de 2022. James levou o prêmio de artilheiro em 2014. Os dois carregam patches que registram esses títulos individuais.

Além dos artilheiros, pelo menos cinco jogadores receberam a distinção de lenda por terem disputado ao menos cinco edições do Mundial, conforme informações da Redação do ge.

Colecionáveis e leilão a partir de 2030

A Fifa não para por aí. A entidade planeja transformar os patches em itens colecionáveis para os fãs. As versões autografadas serão leiloadas a partir de 2030, de acordo com a própria Fifa.

A Copa de 2026 é a primeira a adotar esse sistema de patches de forma ampla, conectando o presente do torneio à memória de quem já escreveu história nele.

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