A jornalista Ju Massaoka, 33 anos, enfrenta complicações desde a cirurgia corretiva feita em 3 de abril de 2026 para retirar o PMMA, substância que, segundo ela, causou deformação e prejudicou a circulação e a cicatrização no nariz.
Na última terça-feira (23/06), a repórter contou que depois do procedimento, surgiu um risco de necrose na ponta do nariz. Esse risco passou, mas deixou uma ferida aberta no local.
Segundo Massaoka, a lesão apresenta sinais de infecção: “Vou até mostrar, não a ferida, né, mas onde estão esses adesivos de espinha. É onde está a ferida. Tem um furo ali, às vezes forma um pouquinho de pus, às vezes forma… É, eu tô no carro, né, posso ficar assim. E eu tô tentando tratar isso com antibiótico e a câmara hiperbárica, que ajudam, né, a matar todas as bactérias, mas não estava surtindo tanto efeito”.
Ferida diminuiu, mas não fechou
No finalzinho de maio, a ferida pareceu ter fechado. A jornalista chegou a acreditar que a próxima etapa, massagens e uma segunda cirurgia reparadora, estava próxima. Mas exames mostraram que a infecção seguia ativa.
“Esse buraquinho que estava aqui estava do tamanho de uma espinha grande estourada, agora ele já está menor, a cicatriz deu uma retraída e tudo mais, mas ainda persiste, né”, relatou Massaoka.
Com a confirmação da infecção, os planos de avançar no tratamento foram suspensos. “Eu achei que a gente já ia poder avançar, né, já ia poder fazer a segunda cirurgia, já, né, resolver. E a descoberta de que a infecção continua dá todo um passo para trás”, disse ela.




