A Polícia Federal lançou a Operação AD PHISHING em 1º de julho de 2026 com o objetivo de desarticular um esquema de publicidade digital fraudulenta que se passava por serviços governamentais. As diligências resultaram no cumprimento de 9 mandados de busca e apreensão distribuídos entre os estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo.
Durante as investigações, a PF mapeou 1.770 anúncios fraudulentos espalhados por dezenas de páginas e domínios. As peças publicitárias reproduziam indevidamente elementos visuais do Governo Federal e de outras instituições públicas para simular a prestação de serviços oficiais.
IA usada para enganar
Os conteúdos falsos foram produzidos com o auxílio de inteligência artificial. A tecnologia permitia manipular imagens e textos para tornar os anúncios mais convincentes, dificultando a identificação da fraude por parte das vítimas.
A autoridade judicial responsável pela emissão dos mandados foi a 10ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal.
Entre os crimes pelos quais os investigados poderão ser responsabilizados está o uso indevido de selo ou sinal público verdadeiro. A PF informou ainda que o avanço das investigações pode revelar outros ilícitos, como estelionato, lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidades.




